LED Capilar

A alopecia é um transtorno comum que afeta mais da metade da população no mundo. A mais comum, androgenética, afeta 50% dos homens com idade superior a 40 anos e 75% das mulheres com idade acima de 65 anos.
Seguro e eficaz, a LED capilar foi descoberta em 1960 e contribui no tratamento de problemas como caspa e calvície, além de melhorar a aparência geral dos cabelos.
A LED não oferece riscos de queimadura, seus equipamentos utilizam a chamada terapia com laser de baixa potência (Low Level Laser Therapy, LLLT), que trabalha com pequenas quantidades de luz em comprimentos de onda que promovem uma ação fotoquímica que penetra a membrana celular e estimula a mitocôndria na produção de Adenosina Trifosfato (ATP), moeda energética da célula. As células ganham uma dose extra de energia, sendo estimuladas no seu funcionamento natural.
Em quadros de calvície, o hormônio DHT interfere na atividade celular dos folículos pilosos e as células trabalham menos, deixando os fios mais finos e ressecados, ocorrendo diminuição progressiva do folículo.
A LED ativa a microcirculação capilar, levando mais nutrientes ao couro cabeludo e retardando esse processo.
Das oito cores de LED existentes, a maioria dos equipamentos trabalha com luzes vermelhas ou azuis, que quando usada no coro cabeludo, aumenta a ATP, estimula o crescimento, reduz a queda, combate a caspa e fortalece os fios.
O tratamento pode ser inserido após o procedimento de implante capilar, facilitando o processo de cicatrização, aumentando a viabilidade e o crescimento anterior do implante.
Dra. Ana Carolina Antunes
Médica especialista em dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia
Pós Graduação em Dermatocosmiatria pela FMABC
Pós Graduação em Tricologia e unhas pela UMC
Preceptora do Serviço de Dermatologia da Universidade de Mogi das Cruzes